Blogroll: Xblog | Scripting News | Metafilter | Gizmodo | Fleshbot | Evhead | Nick Denton | Kottke | Megnut | Girls are Pretty | Ponto Flutuante | Amarar | Polzonoff | Chapa Quente | Rafa | Feira Moderna | Newtonfo! | Telescópica | Terceira Base | Márcio Tristão | Mango Chutney | Something Stupid | Canjicas | Adamastor | 5vs1 | FDR | Na Cara do Gol | Epinion | Alexandre Soares Silva | Tales of a Gringo | Enfant | Baxt | 168 Horas | Referente



Google
Web
Rawsocket.org
  


Domingo, Fevereiro 29, 2004

Samba, Suor e Cerveja

Estou quase voltando. Esse foi um carnaval de muita descoberta e aprendizado. Aprendi, por exemplo, que existem fortes suspeitas que o Gaúcho da Fronteira seja judeu e que a melhor maneira de se lidar com uma dançarina de dança do ventre é evitar o contato visual a qualquer custo. Até amanhã.

Quinta-feira, Fevereiro 19, 2004

Frase do Dia

"If there are any gods whose chief concern is man, they can't be very important gods." - Arthur C. Clarke

Bom dia!

Sexta-feira, Fevereiro 13, 2004

Questão De Pele, De Química

O estilo maroto e moleque do Lula de governar e falar merda não cansa de me surpreender. Num artigo da Folha de hoje, Presidente Lula crítica "império" norte-americano, mais uma pérola:

Segundo Lula, a aproximação com países emergentes como África do Sul, Índia, China e Rússia é exatamente para "impedir o avanço da geografia imperialista" (...) A ligação com esses países, segundo Lula, é uma "questão de pele, de química".
A fúria reducionista e simplista atinge as relações internacionais e o Lula solta um quote batido digno do programa do GNT Superbonita: A criação de um grupo de países emergentes para fazer frente ao G-7 depende de uma "questão de pele, de química", ou seja - é um flerte descompromissado. Uma "questão de pele", uma coisa assim meio não sei... corrijam-me se eu estiver errado mas, além de um clichê muito do ridículo para se ter coragem de dizer, é o approach mais inapropriado possível com um mamute como a China.

Não vou nem comentar a emenda pior que o soneto que ele cometeu nas outras declarações dele - dizendo que não queria ser anti-americano, fez um samba do crioulo doido de onde saiu mais anti-americano que entrou. Mas vou aproveitar o ensejo para meter o pau mais um pouquinho no governo (essa vida de oposição RULZ).

Outro artigo tem uma série de frases do Lula e outros caciques do governo, apropriadamente intitulada O Que O PT Dizia. Reproduzo um best of aqui.
"Precisamos ter a coragem de dizer: só nos interessa ganhar as eleições para mudar a política econômica deste país. Não podemos capitular nem carregar nas costas o peso de uma coisa da qual não temos culpa"
Lula, O Estado de S. Paulo, 14/ 06/2002

"É uma ilusão achar que o Brasil pode continuar fazendo superávits primários à base apenas de corte de gastos, sem crescimento econômico; que vai pagar sua dívida externa e honrar os compromissos internos. Vamos acabar como a Argentina."
José Dirceu, no livro Depois de FHC, publicado em setembro de 2002

"Não há razão para prorrogar o acordo [com o FMI]. O Brasil não deve nada ao Fundo é já é crescidinho para ter um tutor. Não precisamos do Fundo."
Guido Mantega, Folha, em 5/5/2002

"A economia será apenas mais um ministério, porque não vamos subordinar a orientação do governo apenas em função da área econômica. Senão passaremos mais quatro anos sem fazer nada"

Lula, O Estado de S. Paulo, 8/10/ 2002
Integridade ideológica é isso aí.

Quinta-feira, Fevereiro 12, 2004

Yo Tengo Una Vaga Recordación De Usted

Posso estar enganado, mas esse é primeiro peitinho do RTFM. (Aplausos)

Ontem na TV aberta uma discussão imperava nos programas de auditório. O passado da argentina Antonella era dissecado sob todos os pontos de vista. Ela era stripper em uma "casa" em Camboriú, no litoral catarinense, dizem. A discussão se estendia para questões semânticas, como "o que realmente significa ser uma stripper? qual a diferença entre uma stripper e uma prostituta?" até questões morais e éticas como "posto que há uma diferença entre as duas coisas, ser uma stripper é melhor que ser uma prostituta?". Ou seja, discussões profundas, de alto nível intelectual e filosófico, com repercussões em toda a estrutura da sociedade ocidental. Isso tudo debatido pelas melhores mentes do Brasil: ex-integrantes do Big Brother, donos de boate de putaria em São Paulo e Santa Catarina e o indefectível advogado. Ou seja, a nata.

Bem, a primeira vez que ouvi falar dessa moça foi quando ela entrou no Big Brother. E como todo mundo que entra no Big Brother, ganhar a simpatia do público eh obrigatório. E aqui no Brasil só se ganha a simpatia do público agindo como os Four Yorkshire Men do Monty Python: contando como você era pobre, como você sofreu; como você, por todo esse sofrimento que passou, merece por a mão nessa bolada. A história da Antonella era boa: fugiu de casa, veio para o Brasil, e para sobreviver vendeu até churrasquinho na praia.

Posto isso, a discussão de ontem na TV me pareceu completamente sem sentido (como se houvesse qualquer sentido naquele display gratuito de ignorância), porque sinceramente: eu acredito que ser puta é muito mais digno que vender churrasquinho na praia. Na boa.

Domingo, Fevereiro 08, 2004

Economizando Dinheiro Em Publicidade

Pode ser uma tendência antiga, e só agora eu estou me ligando, mas tem uma mania irritante nas propagandas brasileiras que é de uma tabajarice inenarrável: para economizar dinheiro com direitos, ao invés de se licenciar uma música reconhecida de um artista internacional como trilha do anúncio, contrata-se uma meia dúzia de músicos de estúdio e faz-se uma música "parecida". Não um cover, não uma versão - uma coisa que lembra de leve a música original e a associação mnemônica é inevitável.

De cabeça agora eu me lembro de três exemplos... uma campanha de um desodorante feminino do ano passado onde uma garota ficava dando voltas no quarteirão para dar de cara várias vezes com um pretê tinha como trilha uma chupação de Cherry Lips do Garbage. Uma campanha de uma entidade assistencial com uma menina portadora da Síndrome de Down dançando pela casa ao som de uma variação do remix de A Little Less Conversation do Elvis, que estava na moda na época. E agora, a série de campanhas "Ilha Quadrada" da Skol faz sua "homenagem" a Song 2 do Blur.

Não é condenável nem quebra-se nenhuma lei. Mas é feio e tem uma puta cara de gambiarra, IMHO.

Quinta-feira, Fevereiro 05, 2004

Frase do Dia

"Eu não recebo meu salário em Presidentes Mortos, mas sim em Animais Silvestres." -- Cris Dias

Quarta-feira, Fevereiro 04, 2004

Darwin No Caixa Eletrônico



Eu aprendi a acreditar, durante o curso da minha vida, que em boca fechada não entra mosca, a palavra é de prata e o silêncio é de ouro, quem fala muito dá bom dia à cavalo e {insira seu ditado favorito sobre a importância do silêncio aqui}. Imagino que o principal motivo para isso seja o meu background cultural/antropológico/genético nas Minas Gerais, onde a tradição reza que "aquele que fala primeiro leva tinta/paga a conta/lava a louça/é eleito síndico".

O motivo número dois é uma predisposição a ter opiniões controversas pelas quais eu sinto um certo orgulho mórbido e infantil, e como todas as coisas das quais voce se orgulha mórbida e infantilmente, elas tendem a propalar-se aos quatro cantos. Logo, depois de levar muita tinta, pagar várias contas, lavar pias e mais pias de louça e ser eleito síndico de prédio atrás de prédio, descobri que seria bom fechar a matraca e guardar minhas convicções para mim mesmo.

(Regra que eu NÃO sigo neste blog, a propósito.)

Uma das teorias que eu tenho é sobre como a sociedade humana, ao evoluir, perdeu um dos componentes essenciais de uma comunidade ecologicamente bem-ajustada: a Seleção Natural - assim, em letras maiúsculas, aquela que nos ensinou o tio Darwin.

A Seleção Natural é simples: ela nivela por cima. Quem ultrapassa um certo limiar, tem menos chance de terminar no estômago de um predador e, por consequência, uma possibilidade maior de passar sua carga genética adiante e gerar bebezinhos que a provavelmente também vão ultrapassar a média com facilidade. Quem não ultrapassa, tem uma bela probabilidade de virar o almoço de alguém antes que tenha a oportunidade de fazer seus próprios bebezinhos. A cada geração os limiares vão aumentando, pq os predadores também são obrigados a passar pelo mesmo processo, e o sistema evoluiu lenta e constantemente.

Só que, claro, a Seleção Natural é para animais. É um processo inclemente e acontece sem direito a choro, vela, tapetão ou repescagem. Quando você tem uma matilha de lobos bufando no seu cangote gritando "perdeu playboy" não dá para negociar. É entregar pra Deus e torcer para morrer rápido.

Portanto, nós humanos negamos o processo e protegemos aqueles que nitidamente estão abaixo do limiar.
A sociedade ocidental tenta balizar-se por modelos ideais de inclusão, tolerância e respeito e todos são bem-vindos. Só que tem horas que você deseja que o contrário aconteça. Só um pouquinho.

Veja bem: não estou falando que eu sou o fodão-que-se-garante e tal.Míope e padecendo de um sério caso de déficit de atenção, dentro de estritas regras darwinistas, eu sou totalmente unfit. Na savana, o gnu míope com déficit de atenção vira janta.

Mas voltando ao assunto. Ontem eu estive no Santos-Dumont. O aeroporto. Saindo, descobri-me sem nem um tostão. Lembro-me então de um caixa do Itaú dentro do terminal e vou até lá, só para encontrar uma cena dantesca. Uma senhora de seus trinta e tantos, dando um chilique em um daqueles telefones que ficam pregados no caixa. "A máquina engoliu meu cartão, a máquina engoliu meu cartão, meu dinheiro, o que eu vou fazer agora", berrava ela repetidamente, não dando a impressão de que havia alguém do outro lado porque o throughput verbal indicava claramente um monólogo. Intercalava e pontuava as frases com tapaços e "who's your daddy"s no pobre caixa automático. Eu, como tenho nojo de barracos, vazei pensando "foda-se, tiro dinheiro em outro lugar".

No caminho para o carro, depois de andar quase cem metros, um dilema: meu carro está parado no estacionamento. Eu tenho que pagá-lo. Não tenho dinheiro. A única solução é voltar novamente ao caixa e torcer para o barraco ter se dissipado. Voltando pelo estacionamento em direção ao terminal fiquei pensando nas alegações da mulher: "essa máquina engoliu meu cartão". Veja bem, a maquina do Itaú não tem como engolir seu cartão. Durante o uso, em nenhum momento ela prende o cartão. Ele sequer entra na máquina. Ela pede que você enfie o cartão no slot e retire rapidamente, e ele fica com você. A máquina não retém o cartão nem por um segundo. O use case "máquina prende cartão do usuário" simplesmente não existe e não foi previsto porque é uma impossibilidade técnica.

Ai a ficha caiu: "Essa mulher enfiou o cartão em alguma outra ranhura da máquina e ele caiu lá dentro". Incrível. Fiz um pequeno mapa mental da máquina do Itaú. Slot de cartão posicionado no canto superior direito, quase na altura dos olhos, ao lado da tela, um lugar nobre, indicado "Insira seu cartão" or something. Abertura por onde efetuar depósitos posicionada no canto inferior esquerdo, abaixo da linha da cintura, próxima ao respectivos envelopes e devidamente demarcada "Insira aqui o envelope de depósito".

Foi nesse momento que senti que alguém me acompanhava. Olhei para o lado e um simpático senhor de barbas longas caminhava junto de mim, em meio ao caos dos táxis em frente ao passeio do Santos-Dumont. Envergava um elegantíssimo terno de tweed, coisa cara, e levava pela coleira um pequeno cachorro.

- Olá Bernardo, que prazer encontrá-lo em uma noite tão maravilhosa.
- Desculpa, mas quem é o senhor?
- Meu Deus, onde estão meus modos. Eu sou Charles Darwin, naturalista, botânico e biólogo a serviço de Sua Majestade. E este é o Beagle.
- Au.
- ...
- Não fique em silêncio, young man. Qual o problema?
- Desculpa?
- Por que você me chamou aqui?
- Não, você se enganou, eu...
- Foi a mulher do caixa eletrônico não foi? - Coça a barba e olha para cima, como se buscasse algo do fundo da memória - Ah sim, eu posso ver, oh por Júpiter, a mulher realmente enfiou o cartão no slot dos envelopes de depósito como você deduziu. E você tem razão.
- Sério?
- Incrível, ela está sozinha numa cidade estranha, sem dinheiro e enfia o cartão do banco no buraco errado. Tsc, tsc. E você tem razão.
- Desculpa, você já disse isso.
- Não, você tem razão sobre a outra coisa.
- Qual coisa?
- Na natureza, quando você enfia o seu cartão de banco no buraco onde está escrito claramente "Envelopes de Depósito", nessa hora você é comido pelos predadores.

Ele parou de andar. Estávamos no saguão central do terminal, a alguns metros do caixa eletrônico. Pousou a mão novamente em meu ombro e o cachorro deitou no piso de mármore.

Eu imaginei que por agora o barraco estaria terminado, mas claro que não. Aumentou. Agora haviam quatro ou cinco populares cercando a máquina, a dona dando um chilique sozinha, um homem segurando o telefone com uma cara desolada, esperando por algum atendente insatisfeito com seu emprego, de plantão num domingo à noite. Os outros comentavam entre si sobre casos semelhantes: "ah, uma vez lá em Macaé a máquina também engoliu meu cartão" "não diga" "que horror".

O velho me puxou para mais perto e continuou:

- E quando isso acontece na natureza, meu caro Bernardo... quando você enfia seu cartão de banco no buraco errado e outros cinco param para ver o que está acontecendo, assistir à cena e matar o tempo, sabe qual é o nome que dão a isso?
- Não...
- Um banquete.

Foi aí que surgiram os quatro tigres. Passaram correndo pela porta por onde tínhamos acabado de entrar e seguiram naquele galope felino até o saguão central. Você leu direito: tigres de bengala, mamíferos carnívoros com presas e garras, em pleno Santos-Dumont. As pessoas ao redor do caixa eletrônico gritaram desesperadas, mas era tarde. As feras pularam sobre elas e sangue esguichou por todos os lados. Fiquei paralisado ali com vontade de vomitar - quando fazia menção fugir era preso ao chão pela mão firme do cientista em meu cangote. Não tinha alternativa a não ser assistir ao pequeno grupo ser desmembrado em meio a rugidos e gritos de desespero e patinando em uma piscina de sangue que se formava no chão. O cachorro, ainda deitado, assistia à cena com um ar de tédio.

Charles Darwin acompanhava o festim com um ar de satisfação e uma ponta de algo que parecia nostalgia. Suspirava, às vezes. Olhou para mim e disse:

- Às vezes eu penso se a natureza não deveria sempre simplesmente seguir seu curso.
- Erm... ahn... Deus do céu!
- Sob um determinado ponto de vista, a Seleção Natural é um processo mais humano, sabe?
- Mas elas... oh, não, que HORROR!
- Com um pouco de sorte, essas pessoas ainda não procriaram - e toda violência não foi em vão.
- E... meu Deus, alguém, faça alguma coisa...
- Só que não é este o caso, certo? Vivemos sob outras regras.
- Sim, mas... mas...

Agora os tigres banqueteavam-se dos corpos espalhados. Exceto pelo barulho de mastigação e o ocasional rugido de satisfação, o silêncio era absoluto. Nesse momento eu já havia coberto meus olhos e assistia à cena pelas frestas entre os dedos.

- Ah, é uma pena - suspirou novamente o cientista.

Fez um floreio com a mão e os tigres desapareceram e a cena voltou ao ponto onde estava antes.

Lá estava a mulher dando seu chilique. Lá estava o pobre diabo com cara de desalento ao telefone.

Lá estavam os outros matando o tempo e conversando fiado. Não havia mais sangue.

- Deixo essa para você.

Deu um tapinha em minhas costas e saiu, levando seu cachorro. O berreiro da mulher estava mais alto. Agora ela chutava a máquina e nenhum dos populares parecia repreendê-la, ao contrário.

Fui tomado por uma absurda saudade dos tigres.

- Oi! Senhor! Mr. Darwin!

Ele olhou para trás:

- Desculpe-me, rapaz, mas tenho uma avião para pegar.
- Au.

E sumiram entre filas de passageiros e carrinhos de bagagem.

Com um suspiro, andei em direção ao grupinho. Pedi licença e perguntei qual o problema. A mulher, em altos brados, bateu várias vezes no slot de envelopes de depósito gritando, pela bilionésima vez, que a máquina tinha engolido seu cartão. Eu disse:

- Minha senhora, esse buraco não é para cartões. Esse buraco é para envelopes. A senhora enfiou o cartão no buraco errado. Vai até aquele guichê de informações ali e descobre como entrar em contato com o pessoal do Itaú, porque alguém vai ter que abrir essa máquina e tirar o cartão da senhora de dentro do container de depósitos.
- MAS ISSO NÃO É PROBLEMA MEU! A MÁQUINA ENGOLIU MEU CART...
- Se a senhora me der licença, eu gostaria de sacar dinheiro.
- AH MAS...

E ficou parada ali me vendo enfiar o cartão no slot correto. Na tela de entrada da senha eu olhei para ela parada ali do meu lado.

- Então? Você ainda não foi?

Ela girou nos calcanhares e saiu batendo os pés até o guichê de informações onde certamente ia fazer a vida de alguém mais miserável naquele domingo à noite. Malditos tigres. Ou benditos tigres, não sei. Olhei para o outro lado e o grupelho que estava torcendo pela mulher já havia desaparecido há muito. O telefone pendia pelo fio, ainda balançando.

Saquei meus vinte reais e caí fora. Com um idéia fixa de iniciar uma pequena criação de tigres.

Terça-feira, Fevereiro 03, 2004

Palestinian Child Abuse

Palestinian Child Abuse: Em Fotos

Uma sequência de imagens para confirmar a crua verdade da frase de Golda Meir (segunda citação dela em uma semana, but who's counting), em 1957: "Peace will come when the Arabs will love their children more than they hate us."

Ainda, no mesmo assunto, o artigo: Why it’s Islam vs rest of the world de Tavleen Singh, colunista do Sunday Express da Índia, levanta uma bola fenomenal:

In vain I searched to hear one voice that would admit that there must be something deeply wrong in Islamic societies that they had bred the sort of hatred that created so much senseless violence. Just an explanation, for instance, for why the Buddhas of Bamiyan were smashed to bits without one Islamic country intervening. I did not hear it.
Existem muçulmanos in all shapes and sizes, mas por que, além dos disparates mais óbvios como 11/9, os países muçulmanos mantêm um constante silêncio aterrador (ou seria aprovador) diante das atitudes dos vizinhos?