Music Non Stop
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Movies That Deserve More Love
100 Movies That Deserve More Love é uma excelente lista de filmes que foram incompreendidos, ficaram um pouco esquecidos nos anais da história, ou pelo menos não receberam o lugar no olimpo do cinema que mereciam. Muitos dos meus personal favorites estão por lá.
UPDATE: Link correto agora! Obrigado Rique e patomaniaco pelo toque.
Um Antídoto Contra O Maldito Filme Do Mel Gibson
Hoje no Estadão (valeu Ceió):
Monty Phyton propõem antídoto contra Mel Gibson: A Vida de Brian, do grupo inglês Monty Phyton, vai ser relançado nos cinemas americanos no mês que vem. Conforme os produtores, a idéia é fazer desta sátira sobre os relatos bíblicos "um antídoto para a histeria" em torno de A Paixão de Cristo, de Mel Gibson. Para a campanha de relançamento, eles prometem contrapor as duas versões com frases de efeito como "Mel ou Monty?" e "Paixão ou Python?". O filme dos ingleses, disponível no Brasil em DVD da Columbia, conta as confusões de um jovem tomado equivocadamente pelo Messias. Já a produção de Mel Gibson foca as últimas 12 horas de Cristo. Em comum, ambos levantaram polêmica. Em sua estréia, em 1979, a sátira do Monty Phyton foi tomada como blasfêmia por setores religiosos. Agora, Gibson é acusado de fomentar o anti-semitismo e a homofobia.Deus abençoe o Monty Python. Nessas horas de histeria o clichê é necessário: rir é o melhor remédio.
Useful Idiots
São Francisco pode ser uma das mais belas cidades do mundo, mas é o habitat natural dos maiores goofballs de esquerda do mundo. Se você acha o MST difícil de aturar, você ainda não conheceu os americanos de esquerda. Me lembram muito os leblonitas (i.e. habitantes do Leblon) que votaram no Lula em nome de "um mundo melhor". As fotos de uma manifestação de um ano da invasão do Iraque em São Francisco não me deixam mentir. As legendas são engraçadíssimas, mesmo quando algumas fotos te deixam indignado. Obrigatório.
O Maldito Filme do Mel Gibson
Eu ia escrever um texto à respeito da Paixão de Cristo aqui mas me deu preguiça. E ademais, acabei de descobrir que alguém fez o trabalho por mim. Com a palavra, Pedro Sette Câmara. Reproduzo trechos do texto aqui, e comento alguns pequenos pontos onde discordo ou quero dar um pitaco mais abaixo:
The Passion contra infiéis e gentiosDomingo passado, ladeado pelos brothers das antigas Alessandro e Igor, fui assistir ao maldito filme do Mel Gibson. Eu já estava com tudo pronto na cabeça. O filme era um crime e eu estava indo só ser testemunha. Anti-semita, violento, medieval, simplista, obtuso, o filme era uma obra diabólica levemente inspirada na "greatest story ever told". Comprei meu ingressinho absolutamente convicto de que já sabia o que eu ia assistir.
Nós pregamos o Cristo crucificado, escândalo para os judeus e loucura para os pagãos, mas para os eleitos Ele é a força e sabedoria de Deus. (1 Cor I, 23)
Primeiro ponto: a idéia de que The Passion é um filme anti-semita é pura desonestidade.
Os Evangelhos contam que Anás e Caifás, mais um punhado de judeus reunidos em turba numa praça de Jerusalém, foram os responsáveis pela morte de Cristo. Não Maimônides. Não o Dr. Freud. Não Jerry Seinfeld. Nenhum outro judeu foi responsabilizado pela paixão de Cristo; inclusive, se houver dúvida, há uma passagem em que Jesus isenta os filhos dos pecados dos pais, e uma afirmação oficial da Igreja Católica contra a idéia da culpa coletiva.
Além disso, se o filme de Mel Gibson é "anti-semita", então A Lista de Schindler é um filme essencialmente anti-germânico. Este e todos os filmes sobre a Segunda Guerra. Afinal, todos eles mostram os alemães em geral como uns malvadões. Mas ninguém pensa que todos os alemães são nazistas - assim como nem todos os judeus são deicidas. (...)
Segundo ponto: a idéia de que The Passion é um filme "violento demais" é desonesta e demonstra ignorância.
(...) Demonstra ignorância porque muitos santos recomendaram que aqueles que desejavam se aproximar de Deus meditassem sobre a paixão de Cristo. Meditar sobre a paixão não é atingir o nirvana, sonhar com um mundo melhor, ficar tendo idéias metafísicas, ou lendo Kierkegaard. Meditar sobre a paixão é ficar pensando: "quanto dói ter uma coroa de espinhos na cabeça? Quanto dói uma chicotada? E dezenas delas? E ser pregado? E eu seria macho de agüentar isso tudo? Eu tenho medo até de dentista!" (...)
O Patrão Enlouqueceu! Everything Must Go! Part 2
Atualizei a lista de CDs. Muita coisa boa, baratinha, dez reais cada. Uma pechincha. Uma galera já comprou, porque você não vai comprar?
We Are The Space Robots
We are here to protect you
from the terrible secret of space.
[Não reclamem comigo, a culpa é do Caio.]
Decifra-me Ou Te Deixo Preso Aqui
Mais uma vez em São Paulo. Mais uma vez em São Paulo a trabalho. Mais uma vez à toa, em São Paulo, quando deveria ser a trabalho. Meus compromissos acabaram mais cedo que o previsto e eu fiquei preso aqui. Deve ser a quarta vez que isso me acontece. Mas como diria o Sgt. Shaftoe do livro Cryptonomicon de Neal Stepehnson, I excel in displaying adaptability e consigo acabar me divertindo pra caralho.
Mas voltando a São Paulo. Pode parecer o maior clichê do mundo, mas São Paulo é um enigma. Mas um tipo muito peculiar de enigma: um quebra-cabeças de 3000 peças ou aqueles quadrinhos onde voce desliza as peças até formar a figura final; exatamente assim: vai te dar um trabalho absurdo e no final não te surpreende - quando tudo se encaixa você já sabia o que era - antes mesmo de começar.
São Paulo é exatamente como você achava que era antes de por os pês aqui pela primeira vez.
Se duvida de mim, fale pra você mesmo a frase "São Paulo é surpreendente" e sinta o sabor peculiar do oxímoro.
O Patrão Enlouqueceu! Everything Must Go!
Para desocupar um espaço na minha casa e ganhar uma graninha estou fazendo o equivalente virtual de uma yard sale. Estou vendendo umas coisas que não têm serventia para mim, mas com certeza terão para vocês. Começamos com dois items, vamos lá:
Uma maravilhosa coleção de Revistas Wired, a cinco reais cada. São cinquenta e tantos exemplares, a listagem completa está lá no Mercado Livre.
Também temos uns cinquenta e quatro CDs de música eletrônica, industrial, rock, pop e esquisitices; a dez reais a unidade. tem muita coisa boa, check it out!
(Update 15/03/2004 17:06 -- tive que tirar os CDs do Mercado Livre, infelizmente. Parece que lá não se pode vender vários produtos em um anúncio só. Ainda estou decidindo se volto para listá-los individualmente. As revistas Wired continuam lá, porque é uma coleção. Esses romanos são loucos. De qualquer modo, quem sai ganhado é VOCÊ, porque isso me estimulou a por mais VINTE cds à venda!)
Se quiser comprar, me dá o toque direto no e-mail. O preço listado no Mercado Livre é para usuários do site, anônimos e desprestigiados. Para vocês, queridos leitores do RTFM, posso fazer mais baratinha. E se comprar muita coisa eu faço um negócio da china para os senhores.
Por enquanto é isso, logo tem mais, assim que eu conseguir desapegar de toda a tranqueira que eu acumulei na vida. Aproveite que oportunidades assim não surgem todo dia.
Que Lambança, Hein?
Pelo o que eu tinha entendido, o PT detinha o monopólio da ética no país. Parece que venceu o contrato de exclusividade.
Ministério social privilegiou território de filho de DirceuAproveitando que acabei de fazer minha declaração de Imposto de Renda e estou tomado por uma fúria assassina contra o governo, faço minhas as palavras do Mainardi e engrosso as fileiras pedindo o impeachment já! Fora Lula!
Funcionário de terceiro escalão do governo do Paraná, o filho do ministro José Dirceu (Casa Civil), José Carlos Becker de Oliveira e Silva, 26, o Zeca Dirceu, conseguiu empenhar (comprometer) 12,7% de toda a verba nacional de um programa do Ministério da Assistência Social em 2003.
Os beneficiados: municípios do noroeste do Paraná, seu reduto eleitoral. Zeca é pré-candidato pelo PT a prefeito de Cruzeiro do Oeste (PR), cidade em que nasceu e seu pai viveu clandestinamente na ditadura militar, nos anos 70.
Para marcar encontros com ministros, Zeca Dirceu contava com a ajuda de Waldomiro Diniz, ex-assessor de José Dirceu na Casa Civil flagrado em vídeo de 2002, quando trabalhava no governo de Benedita no Rio, pedindo propina a um empresário de jogos.
This Must Mean Something
Fiz uma compra no Submarino ontem. Uma Bíblia e um livro de Microsoft Access avançado.
Isso tem que significar alguma coisa.
Para Colocar As Coisas Em Suas Devidas Proporções
Um recado vindo de um total right-wing republican pro-gun nut, que vale a pena ler e aprender que, até para insultar as pessoas há de se ter um pouco de bom-senso.
Never Again: When you equate Bush to Hitler, you're wanting to dishonor the President. I don't care much about that. What I care about is that by trivializing the issue, by using your absurd hyperbole, you dishonor the suffering and the loss suffered by the people who were victimized by the real Hitler. Your own illusory suffering at the hands of this Republican president is not only trivial, it is non-existent, and do not even think you can begin to equate the two.
Fucking Fucking Fucking In Heaven
FYI: Fui num puta esquema vip do cacete me diverti como não me divertia há anos. Apesar, claro, dos cariocas, claro, que não sabiam quem era o Fatboy Slim, não conheciam lhufas de música eletrônica, e davam todos os indicativos de que sim, estavam curtindo a parada, mas iam curtir muito mais se fosse um Los Hermanos com abertura do Nando Reis acústico. Ô falta de paciência. Outro downside - o som estava baixo, baixo, baixo, baixo. Eu estava a 10 metros do palco e podia-se conversar com as pessoas que estavam ao lado sem problemas, o normalmente é sintoma de um problema muito claro e simples: SOM BAIXO.
Esse fotoblog do UOL tem umas fotos do show tiradas por alguém que estava na área vip. Além de uma divertidíssima e imperdível discussão adolescente entre cariocas e paulistas.
right here... right now / right here... right now / right here... right now / right here... right now
America Numbah One!
Depois de meses de denúncias e disse-me-disse sobre os talibãs presos na base americana de Guantanamo, os prisioneiros começam a ser liberados e devolvidos para casa. Apesar da expectativa geral de que eles denunciem meses de tortura física e psicológica e voltem cheios de fúria para o seio do radicalismo islãmico, a cena que estamos vendo é muito diferente: eles voltam felizes, bem alimentados, e mandando um muito obrigado ao Tio Sam pela agradável estadia no Guantanamo Resort.
Asadullah strives to make his point, switching to English lest there be any mistaking him. "I am lucky I went there, and now I miss it. Cuba was great," said the 14-year-old, knotting his brow in the effort to make sure he is understood.Leia o artigo do Guardian na íntegra: Cuba? It was great, say boys freed from US prison camp.
Not that Asadullah saw much of the Caribbean island. During his 14-month stay, he went to the beach only a couple of times - a shame, as he loved to snorkel. (...) The food in the camp was delicious, the teaching was excellent, and his warders were kind. "Americans are good people, they were always friendly, I don't have anything against them," he said. "If my father didn't need me, I would want to live in America."
Links Para a Sexta-Feira
A Hyphenated Life: A história de Chang e Eng Bunker, os gêmeos siameses que deram origem ao termo.
Bar Code Art : Self-explanatory.
De Moto Em Chernobyl: A viagem de uma motociclista russa pela "dead zone" de Chernobyl. Várias fotos e histórias de antes e depois do acidente.
Satisfaction
Push me / and then just touch me / Until I can get my / Satisfaction
Assista ao vídeo de Satisfaction de Benny Benassi
Mas tome cuidado: É muito pior que o Badger Badger Badger. Mas pelo menos, ao invés de texugos, temos mulheres de bikini operando power tools num clima meio Lachapelle. E isso é bom, sim, muito bom.
Antes Que Me Condenem
Vou falar antes que descubram por outras fontes e tentem usar contra mim: Eu acho essa nova música da Britney Spears, "Toxic", muito foda. O vídeo também não é nada mal.
Pronto. Que bom desabafar, tirar isso do meu peito. Me sinto bem melhor agora.
The Horror! The Horror!
A caminho de meu destino no carnaval terminei de ler "O Coração das Trevas", de Joseph Conrad. A história do marinheiro Marlow conduzindo seu vapor pelas entranhas da África colonizada me soou estranhamente familiar. Ouvi-o descrevendo a barbárie dos costumes, a natureza inclemente, o calor que tudo apodrece, o cheiro de morte, o povo doente e desenganado.
E vejam que curioso: no finalzinho do livro, o deja-vu encaixou - a familiaridade que eu sentia nas experiências de Marlow vinha das minhas três viagens ao nordeste - both business and "leisure" (term applied very, very loosely here).
Incríveis semelhanças.