Mahmoud Ahmadinejad, Cab'a Hômi
Não se enganem com a pinta de cobrador de ônibus: Esse Ahmadinejad é cabra macho. Esse aí é dos meus. No começo da semana ele falou que queria ver Israel pelas costas. Todo o mundo se revoltou. Algumas figuras do primeiro escalão do governo Iraniano tentaram contemporizar, mas ele, ao invés de pedir para cagar e sair, bateu o pé e confirmou: "Não, gente, caso vocês não tenham entendido, eu digo de novo - eu quero que Israel se foda".
Inshallah Israel tivesse só tivesse inimigos assim: que botam a boca no trombone e deixam tudo claro - preto no branco. Arafat, aquele ratão do banhado, ficou 40 anos fazendo o joguinho de duas caras (ou até três, quando pedia a ocasião) e morreu um herói. O primeiro escalão da Autoridade Palestina e a imensa maioria dos líderes do Oriente Médio também são assim: um cardume de traíras ensaboadas. Com Ahmadinejad não é assim que a banda toca. Esse aí é cab'a hômi.
O que é bom, porque quando Israel decidir meter-lhe um Osiraq nas guelras, estará plenamente justificado. Não que isso faça alguma diferença na atual conjutura internacional, mas enfim.
Vitória Esmagadora
Nem precisou da minha ajuda, como se fizesse alguma diferença. Não precisei de escrever sobre o assunto aqui, nem de bater boca com nenhum idiotinha "sou da paz". Aliás, a bem da verdade, eu nem votei - justifiquei. A vitória do NÃO foi esmagadora, de acordo com o que acabo de ler no Blog do Noblat, enquanto tomo uma Coca-Cola no aeroporto de Brasília - bem pertinho do lugar onde armaram essa arapuca para os brasileiros.
Imaginei primeiro que o SIM ia ganhar, fácil. Minha falta de fé nesse povinho brasileiro desta vez me passou uma rasteira. Acho que ainda carece de pesquisa o verdadeiro porquê da derrota do SIM, mesmo com todo empenho da Globo e da tropa de choque dos usual suspects / useful idiots.
A pergunta é: por que a malta, que tem dentro da sua capacidade de análise e do seu horizonte de curto prazo muito pouco ou quase nada a ganhar com isso, resolveu votar NÃO? Porque o zé povinho, que no dia-a-dia não manifesta um grande apreço pelo lado correto da equação liberdades individuais vs. comida no bucho, resolveu votar NÃO. É uma pergunta honesta, sério.
De qualquer forma, me recolho - porque hoje o povo brasileiro calou a boca deste cínico aqui.
Da Santa Puta:
É um pecado dizer que Chico Buarque é burrinho. Chico Buarque tem que ser inteligente, todo mundo acha ele inteligente. A questão é que se confunde: Chico Buarque fazia boas músicas, é um grande músico sim. Fazia boas letras sim. Escreve até bem. Mas é burrinho. Fazer o quê?
Garrincha era um gênio do futebol, mas burro em todos os outros aspectos. Chico Buarque é um Garrincha da música. Está para música assim com Carla Peres está para a bunda. Wagner, grande músico e grande letrista era nazista. Chico Buarque tá até bem. Não é nazista, é burro. Defendeu com unhas e dentes o PT. Agora defende o desamamento, usando metáforas horororozas, a metáfora do osso:"um osso que niguém quer largar". Talvez mais que burro, Chico Buarque está gagá, caducão.
O grande Chico Buarque, cada vez isso fica mais patente, assim como Vinicius, compôs apenas para catar menininhas, lutou contra a ditadura apenas para fazer moral com as universitárias.
Coincidência
Hoje de manhã o Xexéo fez um comentário interessante na CBN sobre a epidemia de febre aftosa que fechou as exportações de carne brasileira para 30 países. Ele disse, em resumo, que o governo Lula já vêm há tempos comemorando as exportações brasileiras, e apresentando-as como uma conquista desta administração. A exportação de soja é a grande estrela e a de carne também ocupa um grande destaque.
Como a febre aftosa é um problema constante, que requer vacinação do gado duas vezes ao ano e monitoração rigorosa dos rebanhos, o que descobrimos agora com esta epidemia é que, como tantas outras coisas no governo Lula, os excelentes resultados da exportação não eram uma conquista advinda de um programa deste governo e sim uma mera coincidência. Não havia um esforço ativo do governo em aumentar a quantidade e qualidade das exportações - elas simplesmente aconteciam (impulsionadas pelo dólar baixo e pelos olhos dos donos, literalmente nesse caso).
E assim o governo Lula é pego em mais uma mentirinha. Oh well.
Fontes fidedignas
Grande parte da minha dieta de informação vem diretamente do CMI-Brasil. Se não fossem eles, e sua ativa comunidades de leitores-cidadãos-repórteres, eu JAMAIS teria descoberto que a origem do dinheiro do mensalão era a IURD e o PSDB.
Potentados Intelectuais desse Brasilzão de meu Deus
No capítulo de hoje, Luana Piovani:
"As armas de fogo não deveriam existir, elas só servem para alimentar a doença pelo poder. Não se deveria ter descoberto a pólvora."
Cinturão da Liberdade
Gregor Samsa demonstrou em um comentário abaixo não estar interessado na pulseira de silicone da Tzahal. Perguntou, porém, onde poderia encontrar a pulseira da liberdade da Palestina. Gregor, pulseira tá em falta, mas tem o cinturão.
O Crime Não Compensa
Como começa: Com você entrando num banco e entregando um bilhete para o caixa dizendo "isto é um assalto, tenho uma bomba escondida na minha boca".
Como termina: Com você agachado no chão, algemado a uma grade, ganhando um exame odontológico gratuito de um robô do esquadrão anti-bombas.
Leia aqui.
Diversão para o dia todo
Soldier babes from all over the planet. Dica do Hiro.
Leiam
Fantástica coletânea. Leiam. Especialmente este conto, descrito aqui:
In Count Lucanor, a Spanish work of the fourteenth century, is a story of a Dean of Santiago, who went to Don Illan, a magician of Toledo, to be instructed in necromancy. Don Illan made a difficulty, stating that the dean was a man of influence and consequently likely to attain a high position, and that men when they rise forget easily all past obligations, as well as the persons from whom they received them. The dean, however, protested that, no matter to what eminence he attained, he would never fail to remember and to help his former friends, and the magician in particular. This being the bargain, Don Titan led the dean into a remote apartment, first desiring his housekeeper to procure some partridges for supper, but not to cook them until she had his special commands. Scarcely had the dean and his friend reached the room when two messengers arrived from the dean's uncle, the archbishop, summoning him to his death-bed. Being unwilling, however, to forego the lessons he was about to receive, he contented himself with a respectful reply. Four days afterwards other messengers arrived with letters informing the dean of the archbishop's death, and again at the end of other seven or eight days he learned that he himself had been appointed archbishop in his uncle's place. Don Than solicited the vacant deanery for his son; but the new archbishop preferred his own brother, inviting, however, Don Illan and his son to accompany him to his see. After awhile, the deanery was again vacant: and again the archbishop refused Don Than's suit, in favour of one of his own uncles. Two years later, the archbishop was named cardinal and summoned to Rome, with liberty to name his successor in the see. Don Illan, pressing his suit more urgently, was again repulsed in favour of another uncle. At length the pope died, and the new cardinal was chosen pope. Don Juan, who had accompanied him to Rome, then reminded him that he had now no excuse for not fulfilling the promises he had so often repeated to him. The pope sought to put him off; but Don Illan complained in earnest of the many promises he had made, none of which had been kept, and declared that he had no longer any faith in his words. The pope, much angered, threatened to have Don Illan thrown into prison as a heretic and a sorcerer; for he knew that in Toledo he had no other means of support but by practising the art of necromancy. Don Illan, seeing how ill the pope had requited his services, prepared to depart; and the pope, as if he had not already shown sufficient ingratitude, refused even to grant him wherewith to support himself on the road. "Then," retorted Don Illan, "since I have nothing to eat, I must needs fall back on the partridges I ordered for to-night's supper." He then called out to his housekeeper and ordered her to cook-the birds. No sooner had he thus spoken than the dean found himself again in Toledo, still dean of Santiago, as on his arrival, for, in fact, he had not stirred from the-place. This was simply the way the magician had chosen to test his character, before committing himself to his hands; and the dean was so crestfallen he had nothing to reply to the reproaches wherewith Don Illan dismissed him without even a taste of the partridges.Imperdível.
MSN Messenger: Bloodsport

groovypete says:
u there
groovypete says:
helooooooooooooooooooo are you there
Bernardo says:
yeah
Bernardo says:
who's this
groovypete says:
This is Charlton
groovypete says:
do u remember me
groovypete says:
unless i got the wrong email add
Bernardo says:
i think you do. Unless you're charlton heston, and I do remember you
from the Ten commandments and Planet of the apes
groovypete says:
no
groovypete says:
are u Britney carvalho
groovypete says:
Emilys sister
Bernardo says:
No I am Bernardo Carvalho, but I am a major fan of Britney
groovypete says:
ok
groovypete says:
thnx
Bernardo says:
If you ever hook up with brit, tell her I am a major fan and want an autograph!
groovypete says:
does britney have a sister called emily
Bernardo says:
no! britney's sister is called Jamie Lynn
groovypete says:
ok then
groovypete says:
sorry i have got the wrong email address
groovypete says:
i might as well delete you
groovypete says:
thanks anyways
Bernardo says:
yeah but dont forget to tell Brit I love her!
groovypete says:
i dont know which britney ur talking about
groovypete is offline